Caderno de Campo

Archive for the ‘a política’ Category

diz que vem aí mais uma grande manifestação das superpessoas.

cartaz-que-se-lixe

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Espalharam uns cartazes deliciosos pela margem sul (e se calhar por outras margens que eu ando muito quieta, não sei do que se passa por aí). Não consegui tirar uma foto – esta foi descoberta no facebook.
Se eu descubro quem fez isto, dou-lhe um abraço assim apertadinho.

 

cavaco

Aqui neste cantinho em que ninguém me ouve. ou quase ninguém lê:
Já não posso com a Merkel! Mas não é com ela, é com o alarido. A gritaria é tanta, céus! Relativizem, pessoas!! Parece que o próprio hitler voltou das profundezas e veio visitar o condado. Quando vem cá a Troika não fazemos nada, o Durão Barroso passa com uns apupos, e de repente toda a energia e ódio saltam cá para fora em modo hiperbólico… please!
Já com a cena da Jonet foi a mesma merda: agora a mulher é o diabo na terra, mas o que é que ela disse que nós não soubéssemos que é o que ela pensa? E não disse nada que não tivessemos já ouvido de muitas outras bocas da direita. Agora por causa disso vão deixar de contribuir para o banco alimentar, a sério pá?
É melhor não começar a falar da greve geral… juntamente com o post ali em baixo sobre o faduncho, ainda correm comigo da esquerda.

 

 

Desde há 5 anos que este conjunto de malta trabalhadora e generosa batalha por um Portugal mais justo para os que estão na base da cadeia laboral (e, portanto, também social): os precários e os desempregados. Estou aqui há pouco mais de um ano, mas muito orgulhosa de pertencer a este grupo de gente boa e que faz tanto, tantas vezes a grandes custos pessoais. É uma tarefa que não traz visibilidade, ribalta ou poder, antes pelo contrário.
Dia 7 de Julho (de 2012) os Precários Inflexíveis convertem-se numa associação nacional (oficial) de combate à precariedade. Gostava imenso de vos encontrar lá,  para festejarmos este nosso grande passo, e o começo de mais e mais luta.

clicar para ver melhor:

Um pequeno estudo de opinião junto dos meus leitores (sim, todos os 3):

até onde?

 


as penúltimas